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Quanto custa um site para pequena empresa: o que entra no preço
Entenda o que compõe o preço de um site profissional (criação, domínio, hospedagem, e-mail e manutenção) e como comparar orçamentos sem cair em armadilhas.
· 6 min de leitura
Pedir orçamento de site e receber três valores completamente diferentes é a regra, não a exceção. Isso acontece porque "um site" pode ser coisas muito diferentes, e cada fornecedor inclui (ou esconde) partes diferentes no preço. Antes de comparar números, vale entender do que um site é feito.
As cinco partes de um site
- Criação do site: desenho, textos organizados, programação e publicação. É o custo maior e normalmente é pago uma vez.
- Domínio: o endereço, como suaempresa.com.br. Tem anuidade cobrada pelo Registro.br e deve ficar no nome da sua empresa. Veja como registrar um domínio .com.br.
- Hospedagem: o servidor que deixa o site no ar 24 horas. É um custo mensal ou anual.
- E-mail profissional: contas como contato@suaempresa.com.br. Em geral é cobrado por conta.
- Manutenção: atualizações, backups, ajustes de texto e correções ao longo do tempo.
Um orçamento só é comparável com outro quando os dois cobrem as mesmas partes. Um valor muito baixo de criação às vezes vem com hospedagem cara, ou sem domínio, ou com o domínio registrado no nome de quem fez o site.
O que faz o preço da criação subir ou descer
- Quantidade de páginas e de conteúdo. Um site de uma página custa menos que um com página para cada serviço, blog e área de notícias.
- Layout sob medida ou tema pronto. Tema pronto é mais barato, mas o seu site fica parecido com o de muitos outros.
- Quem produz textos e fotos. Se o fornecedor escreve os textos ou contrata fotos, isso entra no preço.
- Funcionalidades. Agendamento online, área do cliente, loja com pagamento e integrações com outros sistemas aumentam o escopo. Nesses casos, o projeto já é um sistema web ou uma loja virtual.
- Cuidado técnico. Velocidade, funcionamento no celular e a base para aparecer no Google dão trabalho e fazem diferença no resultado.
Sinais de alerta em orçamentos baratos
- O domínio é registrado no nome do fornecedor, não no seu.
- Não fica claro quem é o dono do site e dos arquivos se você quiser trocar de fornecedor.
- A hospedagem é "grátis", mas presa a uma plataforma que você não consegue deixar.
- Não existe prazo nem escopo por escrito.
- O site não foi pensado para o celular, onde está a maior parte das visitas.
Como comparar propostas
Monte uma tabela com as cinco partes (criação, domínio, hospedagem, e-mail e manutenção) e preencha com o que cada fornecedor inclui e quanto cobra por mês e por ano. Some o custo de um ano inteiro, não só o valor de entrada. Depois compare o que vem incluído: número de páginas, ajustes, suporte e quem fica responsável se o site sair do ar.
Na Lógica 360, a proposta já vem com as cinco partes separadas e por escrito, e um só responsável cuida de tudo. Se quiser uma, conte sobre o seu negócio na página de criação de sites.
Perguntas frequentes
Site barato vale a pena?
Pode valer, desde que o domínio e o site fiquem no seu nome e o escopo esteja claro. O problema costuma ser o que não está no preço: domínio no nome do fornecedor, hospedagem presa ou nenhum suporte.
Preciso pagar mensalidade depois que o site fica pronto?
Sim, para manter o site no ar: hospedagem, anuidade do domínio e, se houver, e-mail e manutenção. A criação normalmente é paga uma vez.